quinta-feira, 28 de julho de 2011

Abaixo-assinado Greve na Universidade Federal do Tocantins - UFT


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Para:Aos Exclentíssimos Srs. Ministros Fenando Haddad e Miriam Belchior

Aos Exclentíssimos Srs. Ministros Fenando Haddad e Miriam Belchior
Nós, docentes da Universidade Federal do Tocantins (UFT), trazemos à população, e aos parlamentares, de modo especial, nossa profunda preocupação com a negociação em andamento com o Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) no que tange o plano de carreira e salários, protocolado no MPOG desde o fim do ano de 2010. As reuniões de negociações com o Secretário de Recursos Humanos do MPOG Duvanier Paiva Ferreira não têm tratado objetivamente destes pontos, que são de fundamental importância para a manutenção de um ensino superior público de qualidade. Faz-se saber que o horizonte para entendimento é a votação do orçamento para 2012 no dia 28 de agosto de 2011. Devido à morosidade do processo de negociação, os docentes da UFT, estão em greve desde o dia 27 de junho deste ano. Nos antecipamos ao movimento nacional, por sermos uma universidade nova,sujeita às novas regras previdenciárias e salariais, além de não incorporamos nada ao nosso salário, ao contrário de universidades mais antigas.
O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) já deliberou pela construção de uma greve nacional em agosto, fato que pode inviabilizar a formação de recursos humanos em um momento que o Brasil precisa de mão de obra cada vez mais qualificada, que é formada nas universidades, em particular, nas federais. Um exame cuidadoso da tabela salarial vigente dos funcionários públicos federais mostra que o salário do docente das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) é o menor entre os profissionais com pós-graduação, requisito mínimo para o cargo de docente. Esta análise contraria a ideia de que quanto maior o grau de instrução de um cidadão, maior será a sua valorização salarial. Cabe ressaltar que, as IFES são instituições estratégicas para a manutenção do crescimento da economia nacional. Face ao exposto, solicitamos que nos apoie nesta luta, colaborando no processo de negociação como um agente catalisador. Não aceitamos que tal situação perdure sem a intervenção da Comissão de Educação e Cultura - CEC do Congresso Nacional.
Professores em Greve da Universidade Federal do Tocantins.


Os signatários

Servidores da UFPI retomam greve e início do período é prejudicado

Fonte: http://www.cidadeverde.com/servidores-da-ufpi-retomam-greve-e-inicio-do-periodo-e-prejudicado-81548

Os servidores da Universidade Federal do Piauí decidiram em assembleia na tarde da última quarta-feira (27) retomar a greve que havia sido suspensa há quinze dias e havia começado no dia 11 de junho. Eles reivindicam aumento de salário, percentual definido na mudança de nível e benefícios para os aposentados.
“Fizemos uma assembleia ontem para retornar a greve. Tínhamos suspendido para que fosse aberto o canal de negociação com o governo, mas a conversa não avançou. Então nós resolvemos voltar a paralisação”, conta o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Piauí (Sintufpi), Alberto Silva de Oliveira.
Ele explica que o governo federal declarou que só negociaria quando todos os sindicatos que estavam em greve retornassem suas atividades, mas como boa parte deles não suspendeu o movimento, não foram abertas as negociações. “O governo não quis negociar. Inclusive ele está pedindo a judicialização da greve junto a AGU (Advocacia Geral da União), pedindo a ilegalidade”, pontua.
Os trabalhadores querem que o piso da categoria passe a ser de 3 salários mínimos, que o “step” (percentual de aumento na mudança de nível) seja de 5% e a reestruturação da tabela, além do reposicionamento dos aposentados que foram prejudicados ao se aposentar.
Professores
Os professores da UFPI também estão em negociação com o governo federal e podem também deflagrar greve. Eles se reúnem no próximo dia 5 para uma assembleia onde definem os rumos do movimento e se haverá ou não paralisação.
As aulas na Universidade Federal têm inicio previsto para o dia 10 de agosto.

Carlos Lustosa Filho
redacao@cidadeverde.com

Sintufs mantém suspensão da greve

Fonte: http://www.infonet.com.br/educacao/ler.asp?id=116465&titulo=educacao

Durante assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, 28, servidores técnicos-administrativos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) decidiram permanecer com a suspensão da greve. De acordo com o Diretor de Comunicação e Integração do Sindicato dos trabalhadores da Universidade Federal de Sergipe (Sintufs), Manoel Messias, apesar de manter a suspensão da greve a categoria permanece unida na reivindicação dos pleitos dos servidores.

Os servidores lutam por uma campanha salarial emergencial (inclusão de recursos no orçamento 2011/2012 para reajuste salarial com piso de três salários mínimos e step de 5%); recursos para aprimoramento da carreira com propostas que resolvam a questão do vencimento básico complementar e reposicionamento de aposentados; racionalização de cargos; resolução do anexo IV, com ampliação de percentual horizontal para todas as classes; e isonomia salarial e de benefícios, a começar pelo o executivo por ser o menor salário do funcionalismo público.

De acordo com o diretor de comunicação do Sintufs das 35 universidades que permanecem em greve em todo país, 14 estão fora da greve. “Nós estamos mantendo a suspensão da greve, mas as atividades para cobrar as reivindicações permanecem. Infelizmente as negociações com o governo federal não avançam”, diz Messias.

Por Kátia Susanna

Caravana UFSM

Fonte: http://w3.ufsm.br/assufsm

Em assembleia realizada na manhã de hoje, 28 de julho, a categoria dos técnico-administrativos aprovou o envio de uma caravana de grevistas (40 pessoas) a Brasília. Também homologou 3 novos delegados para participarem, na semana que vem, do Comando Nacional de Greve: Carlos Militz, Eleutério Jost e Elton Rogério de Quadro.

UFGD (2)

Fonte:http://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/funcionarios-da-ufgd-aprovam-greve-no-hu-e-fecham-rodovia-pedindo-duplicacao

Funcionários da UFGD aprovam greve no HU e fecham rodovia pedindo duplicação

Manifestantes prometem liberar o trânsito a partir das 8h30. Atendimento no HU deve ser reduzido gradualmente partir de sexta.


Em greve desde o dia 15, os funcionários técnico-administrativos da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) aprovaram ontem (27), em assembleia, a paralisação também no HU (Hospital Universitário), com redução gradual dos serviços a partir de sexta-feira (01).

Agora pela manhã, os trabalhadores em greve promovem um bloqueio na Avenida Guaicurus, que dá acesso à cidade universitária. A previsão é de liberação do trânsito somente às 8h30.

De acordo com o coordenador do Sista/UFGD (Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos da UFGD), Franz Maciel Mendes, os manifestantes querem um posicionamento do governo do estado a respeito da duplicação da via, prometido desde abril do ano passado.

“São 15 mil estudantes no complexo universitário. Nós queremos chamar a atenção da sociedade para a falta de segurança na avenida e queremos uma posição do governador, se vai ou não executar a obra que prometeu, porque até agora só obtivemos a informação de que não havia orçamento nem prazo para a duplicação”, explica Franz.

HU - A partir de sexta-feira, os trabalhadores começam a implementar a escala de trabalho que vai paralisar até 50% do atendimento no HU. Por lei, em caso de greve, é necessário manter ao menos 30% dos serviços essenciais.

Em alguns setores haverá revezamento de pessoal mas, de acordo com o comando de greve, o agendamento das cirurgias eletivas será mantido.

Serão mantidos integralmente os serviços da maternidade, como centro obstétrico, UTI neonatal, a Unidade de Cuidados Intermediarios e Unidade Intensiva. Médicos não aderiram à greve, segundo comando do movimento.

Vão funcionar parcialmente UTI pediátrica, UTI adulto, Centro de Controle Infecção Hospitalar, laboratório, farmácia, imagem, recepção, entre outros setores.

HU Dourados

Fonte:http://www.progresso.com.br/cidades/em-dourados-hu-entra-em-greve-de-forma-gradativa

HU entra em greve de forma gradativa

Os servidores do maior hospital público da cidade vão cruzar os braços gradualmente em cada setor



Os 497 servidores do Hospital Universitário de Dourados ainda não aderiram ao movimento grevista da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), que começou ontem. A paralisação deles será de forma gradativa, em cada setor. Comissão de greve formada por seis técnicos administrativos, sendo dois da UFGD unidade I, dois da UFGD unidade II e dois do HU está mapeando todos os setores do hospital para verificar quais deles poderão ser paralisados.

A greve iniciada pelos 300 técnicos administrativos da UFGD já deixa em tensão a administração do HU, que é gerenciada pela universidade. A preocupação é quanto os atendimentos hospitalares e de cirurgias que poderão ser reduzidos ou adiados por um tempo maior.

Como ainda não está definido em qual setor a greve inicia no HU, a administração do hospital ainda tomou providências emergenciais. “Sabemos que o HU é uma unidade que atende não só Dourados como toda a região sul do Estado. Por isso o movimento grevista está agindo de forma pacífica, que não venha prejudicar a população”, disse Franz Maciel, um dos coordenadores do Sindicato dos Técnicos administrativos da UFGD.

Segundo ele todas as medidas a serem tomadas pela comissão de greve serão repassadas com antecedência à administração do HU. A medida visa preparar o hospital a estudar medidas de precaução quanto ao setor que poderá ser paralisado ou ter os serviços reduzidos.

O quadro de técnicos administrativos do HU é diferente da UFGD. No hospital ele é formado por médicos e os demais profissionais da área da saúde, bem como de atendentes e funcionários do serviços gerais. Fica de fora somente os médicos concursados pela Faculdade de Medicina da UFGD e que por ventura prestam serviços no HU.

Já na UFGD o quadro de técnicos administrativos compõe somente os servidores da área administrativa e não envolve nenhum professor. Entretanto a paralisação dos técnicos pode influenciar diretamente no andamento letivo, principalmente nas aulas práticas, onde os laboratórios são administrados pelos técnicos administrativos.

Reivindicação

Os servidores técnicos administrativos das universidades federais de todo o país reivindicam reajuste salarial, piso de três salários mínimos, step de 5%, racionalização de cargos, reposicionamento de aposentados, mudança no anexo IV (ampliação da tabela da carreira), devolução do vencimento básico complementar absorvido, isonomia salarial e de benefícios, abertura imediata de concursos públicos para substituição da mão de obra terceirizada e precarizada em todos os níveis da carreira das áreas administrativas e dos Hospitais Universitários, e extensão das ações jurídicas transitadas e julgadas.

A mobilização da greve é nacional e teve início em 6 de junho, a partir de deliberação nacional em Brasília pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra).

Principais pontos da LDO

Aprovados até 13 jul