terça-feira, 16 de agosto de 2011

Todos devem vestir branco

www.http://www.sintufrj.org.br/

ASSEMBLEIA-ATO

Todos devem vestir branco

Dia 18/8, quinta-feira, às 10h, na Praça da Isonomia

Dalí, a categoria sairá em passeata em direção ao HU. E a greve continua

Com o propósito de dar visibilidade à greve na UFRJ que já completou dois meses, os técnicos-administrativos em educação aprovaram na assembleia terça-feira, 16, a realização de uma grande assembleia-ato na “Praça da Isonomia” (rótula entre CT e CCMN, seguida de passeata em direção ao HU, nesta quinta-feira, dia 18, às 10h.

A ideia é transformar 18 de agosto em um dia de luta unificada da categoria em todo o país. Para isso, a proposta foi enviada ao Comando Nacional de Greve (CNG) e a Fasubra para que orientem as universidades a realizarem, na mesma quinta-feira, manifestações nos estados para chamar a atenção da mídia e da população.

No Rio de Janeiro, a assembleia-ato e a passeata na UFRJ contarão com a participação das outras universidades federais no estado e do DCE Mário Prata. O CLG fará o convite às entidades.


Setor das Ifes aprova indicativo de greve nacional da categoria

Fonte: www.andes.org.br

Após avaliar os resultados da rodada nacional de assembléias gerais das seções sindicais, os representantes do Setor as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do ANDES-SN aprovaram, por unanimidade, indicativo de greve nacional. A decisão foi tomada no sábado (13/8), na reunião do Setor, que contou com a participação de 38 docentes, de 27 seções sindicais.

Durante a última semana, os professores das Ifes realizaram assembleias nas universidades para avaliar a proposta apresentada pelo governo no dia 9/8, que compreende a incorporação da Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas) ao vencimento básico (VB) e a disposição de tratar a correção das distorções no enquadramento dos docentes, eventualmente ocorridas no momento da criação da classe de professor associado.

Avaliação geral
Apesar de reconhecer o movimento positivo do governo, para os docentes, a proposta colocada na mesa pelo MP, após meses de protelações, é insuficiente.
Embora tenha proposto incorporar a Gemas discutir a correção das diferenças decorrentes após a criação da classe de professor associado, o governo ignora várias reivindicações significativas da categoria.

Além de não reorganizar a malha salarial, não valoriza o piso do magistério superior e ainda congela a remuneração da tabela salarial pelo menos até o início de 2013. Também não prevê a incorporação da Retribuição por Titulação (RT) e não contempla os professores aposentados.

A proposta apresentada pelo MP não enfrenta a questão da desvalorização da atividade docente frente a outras categorias do funcionalismo público federal e também não repara as distorções internas existentes na evolução da própria carreira do magistério superior. Ao contrário, em alguns aspectos as acentua como, por exemplo, ao deixar de lado os professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt), parte da base do ANDES-SN.

Próximos passos
O Setor indicou ainda nova rodada de assembléias gerais das seções sindicais, de 17 a 19 de agosto, tendo como pontos de pauta a avaliação do resultado da mesa de negociações agendada com Ministério do Planejamento para 15/8 e o debate a respeito da data para o início da greve nacional da categoria. Uma nova reunião do Setor das Ifes está convocada para o dia 20/8, na sede do ANDES-SN.


Outras lutas
O representante do Comando Nacional de Greve (CNG) da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra), Rogério Marzola, compareceu à reunião do Setor das Ifes para fazer um relato das últimas atividades da greve dos técnicos administrativos (TAE), que já dura mais de dois meses.


A Fasubra realizou na última semana um acampamento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, onde reuniu mais de 1300 TAE de todo o país. Os trabalhadores fizeram uma série de atos em frente ao Ministério da Educação (MEC) e do Planejamento (MP) para tentar sensibilizar o governo a retomar as discussões em torno da pauta de reivindicações da Fasubra.

Dirigentes da entidade e membros do CNG foram recebidos pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que reafirmou seu papel de mediador e se comprometeu a conversar com Miriam Belchior, do MP, no sentido de tentar reabrir as negociações entre a Fasubra e o governo, interrompidas desde o início da paralisação em 6 de junho.



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

15/08 – Em dia de paralisação, Planejamento deixa formalização de proposta para meio dia desta terça

Fonte:http://www.condsef.org.br/portal3/





Apresentação de proposta adiada mais uma vez pelo Ministério do Planejamento. Nova data ficou para esta terça, 16, ao meio diaServidores em todo o Brasil realizaram nesta segunda-feira um dia de paralisação e mobilização em protesto pela apresentação de uma proposta formal ligada a extensão de tabela da Lei 12.277/10 para PGPE, CPST e carreiras correlatas. Segundo os relatos recebidos ao longo do dia pela Condsef, o movimento foi forte e envolveu servidores de diversas categorias nas capitais e também no interior em quase todos os estados. Na mesma segunda uma reunião aconteceu no Ministério do Planejamento. Depois de demorar três horas para iniciar o encontro com Condsef e CNTSS, o Ministério do Planejamento voltou a adiar a apresentação de uma proposta formal que atenda a maioria dos servidores do Executivo Federal para esta terça ao meio dia. O secretário de Recursos Humanos do Planejamento, Duvanier Paiva, voltou a alegar que o governo está com dificuldades para fechar contas e apresentar propostas para categorias que tiveram suas demandas classificadas como prioritárias. Paiva adiantou que estarão incluídos os três níveis (NS, NI e NA) e ativos, aposentados e pensionistas. O Planejamento sinalizou que trabalha “no seu limite”.


Greve dos funcionários das universidades federais completa 70 dias


Fonte: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/08/15/greve-dos-funcionarios-das-universidades-federais-completa-70-dias.jhtm

A paralisação dos funcionários das universidades federais completa nesta segunda-feira (15) 70 dias. Segundo a Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras), os servidores entraram em greve no dia 6 de junho. Desde então, eles vêm negociando com o governo federal o aumento nos salários e outras demandas.

Até a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), no começo do mês, que determinou a volta de pelo menos metade dos servidores ao trabalho, estimava-se que 100 mil técnicos administrativos de 50 instituições haviam aderido. De acordo com a Fasubra, após a ordem judicial, alguns dos profissionais já começaram a voltar ao trabalho.

Mesmo assim, no dia 12, a UFPR (Universidade Federal do Paraná) adiou pela segunda vez a volta às aulas por conta da greve. Na semana passada, os funcionários acamparam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em protesto. Eles foram recebidos pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e entregaram os pedidos da categoria no Ministério do Planejamento.

As principais reivindicações da categoria são aumento salarial, equiparação entre ativos e inativos, entre trabalhadores que exerçam a mesma função e restruturação de carreiras extintas. Atualmente, o salário-base da categoria é R$ 1.034.




Nos próximos quatro anos, 40% dos empregados da União devem se aposentar

Fonte: http://servidorpblicofederal.blogspot.com/2011/08/nos-proximos-quatro-anos-40-dos.html

Cristiane Bonfanti
Correio Braziliense - 15/08/2011




O governo tem um enorme problema nas mãos para resolver nos próximos quatro anos. Até 2015, cerca de 40% do atual 1,1 milhão de servidores públicos federais estarão em condições de se aposentar. Serão 452 mil trabalhadores a menos nos órgãos públicos. Hoje, revelam dados do Ministério do Planejamento, ao menos 80 mil funcionários já podem pendurar as chuteiras. Essa realidade representa uma verdadeira bomba-relógio para a administração pública, que terá de arcar com os custos das substituições e das aposentadorias. Mas traz ótimas expectativas para os interessados em ingressar no funcionalismo por meio de concursos públicos.

Para a alegria dos concurseiros, a notícia se soma à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) da última quarta-feira, segundo a qual o governo é obrigado a nomear, durante a validade da seleção, todos os aprovados dentro do número de vagas previstas em edital. Estima-se que, em todo o Brasil, ao menos 80 mil candidatos aguardem essa convocação. Desses, 40 mil seriam apenas na esfera federal.

Um dos órgãos que mais precisarão de trabalhadores é o Banco Central, hoje com 4.689 servidores em atividade. Até o fim deste ano, 1.908 funcionários poderão requerer a aposentadoria integral. Em 2013, esse número chegará a 2.425, o que representa 51,7% do total de ativos. O quadro é tão preocupante, especialmente em meio a uma crise econômica internacional, que, desde a sua posse em janeiro, o presidente do BC, Alexandre Tombini, destaca a necessidade de renovação do corpo funcional. Há quatro meses, o diretor de Administração, Altamir Lopes, se reuniu com o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) para falar sobre a dificuldade que a escassez de pessoal traz para a fiscalização do sistema financeiro.

“Há um risco sistêmico. O banco não tem feito o seu dever de casa. A nossa ideia, inclusive, é apresentar um projeto referente à reestruturação do quadro do BC”, afirma Avelino. Em 2009, o BC realizou concurso com 500 vagas. A instituição já concluiu o preenchimento desses cargos e, há dois meses, recebeu autorização do Ministério do Planejamento para convocar outra turma de aprovados, com 83 analistas e 37 técnicos. “Nosso pedido é para uma ampliação prevista em lei de 50% referente ao número inicial de vagas, que representaria 250 oportunidades. Queremos chamar os concursados até esgotar as possibilidades desse processo seletivo, que vence em junho de 2012”, informou o BC por meio de sua assessoria.

O Senado também se prepara para lidar com o problema. Lá, 1.457 servidores devem se aposentar nos próximos quatro anos. Até o fim de 2011, ao menos 300 funcionários devem requerer o benefício. Para tentar recompor esse quadro, a Casa planeja lançar, até o mês que vem, concurso público para cargos de níveis médio e superior, com salários entre
R$ 13,2 mil e R$ 22,6 mil. Na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), neste ano, 13 pessoas vão poder parar de trabalhar. Na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dos 410 efetivos, 42 já entraram em processo de aposentadoria.

O Ministério do Planejamento informou que está atento ao problema e, a exemplo da reestruturação de carreiras feita na gestão Lula, pretende realizar concursos ao longo dos anos para substituir os aposentados. Além disso, ressaltou que muitos funcionários têm optado por ficar no funcionalismo, recebendo gratificações, até os 70 anos, quando são obrigados a sair. Pelas regras atuais, o homem pode ter a aposentadoria integral aos 60 anos de idade e 35 de contribuição e a mulher, aos 55 anos e 30 de contribuição. Hoje, a idade média dos funcionários federais é de 46 anos. O órgão que apresenta o quadro mais envelhecido é o Ministério da Agricultura, onde os servidores têm, em média, 52 anos. Depois dele, destacam-se os ministérios da Ciência e Tecnologia (50) e da Integração (50).

Riscos reais
Na visão de especialistas, os riscos para as contas públicas são reais. O primeiro desafio é não quebrar a Previdência. Os números mostram que, atualmente, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário reúnem 545.651 aposentados e 407.586 pensionistas. Nos oito anos do governo Lula, a despesa anual da União com os inativos saltou 131,6%, de
R$ 31,628 bilhões para R$ 73,264 bilhões. “O problema é que o nosso regime é muito generoso com o servidor. Ele recebe aposentadoria integral para o resto da vida. A situação do quadro de pessoal do funcionalismo vai trazer um aumento rápido para os gastos do governo”, analisa o consultor Raul Velloso.

Hoje, o deficit na Previdência do setor público supera R$ 52 bilhões por ano, beneficiando apenas 953 mil servidores. O rombo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável pelos desembolsos a 24 milhões de pessoas, é R$ 10 bilhões menor. “A reforma é inevitável. Dizem que o melhor momento para isso são os tempos de bonança. Mas aí a agenda pública se direciona para o que fazer com o progresso. Talvez precisemos de uma crise para criar as condições para uma mudança”, afirma Marlos Lima, diretor da Cenários Prospectivos Consultoria.

Diante de um sistema prestes a explodir, a presidente Dilma Rousseff já deu ordens para o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, tocar o Projeto de Lei nº 1.992, que cria a previdência complementar do servidor federal. A ideia é que, assim como ocorre no INSS, para ter uma aposentadoria acima de um teto específico, os funcionários tenham que investir em um fundo. Se o texto for aprovado, a nova regra só valerá para os trabalhadores que entrarem nos órgãos após a implementação das mudanças. Impopular, a proposta esbarra nas críticas das centrais sindicais.

Na última quarta-feira, a pressão feita por centenas de servidores foi tão grande que a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados tirou o tema da pauta. Meiriane Nunes Amaro, consultora legislativa do Senado especializada em previdência, alerta, porém, que, quanto mais demorar a aprovação desse projeto, pior será para o governo. “Se nada acontecer, o poder público vai perder a oportunidade de jogar os novos servidores, que vão repor 40% do quadro, nas regras, o que só adiará a solução para a Previdência”, diz.


Assembleia AproFURG

A AproFURG realizará assembleia nessa quarta-feira, em sua sede, às 10:00. Pauta: Indicativo de greve.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ato unificado dia 24 de agosto

Fonte: http://www.oimpacto.com.br/comportamento/servidores-federais-farao-grande-ato-em-brasilia

Servidores federais farão grande ato em Brasília

No próximo dia 24, categoria irá à Brasília para ato unificado

Servidores federais em greve

As mobilizações em defesa da aprovação dos PLs 6613/09 e 6697/09 continuarão nas próximas semanas e deverão contar com a participação intensa da categoria. Depois de promover o esforço concentrado na Câmara dos Deputados, no dia 3 de agosto, e a vigília nacional na última quarta-feira [10], a Fenajufe promoverá agora um grande ato nacional no dia 24 pelo reajuste salarial e contra os projetos que retiram direitos dos servidores. Desta vez, a atividade será unificada com as demais categorias do funcionalismo federal, centrais sindicais e MST [Movimento dos Trabalhadores Sem Terra], que preparam a jornada nacional de lutas.

A concentração do ato terá início às 10h, na Catedral de Brasília. O objetivo da Fenajufe e das outras entidades sindicais é passar pelo Ministério do Planejamento, Palácio do Planalto, STF e Congresso Nacional, mas o roteiro final ainda será definido em reunião na próxima semana do fórum nacional das entidades sindicais. No ato, os servidores cobrarão do governo uma resposta à pauta de reivindicações, entregue à ministra do Planejamento, Míram Belchior, em abril deste ano. Na avaliação dos dirigentes sindicais, desde o início das reuniões da mesa de negociação não houve qualquer avanço e o governo, além de não apresentar uma proposta de política salarial para o conjunto do funcionalismo, continua dando encaminhamento aos projetos que prejudicam os servidores.

Em declarações recentes aos veículos da grande imprensa, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se apegou, mais uma vez, à crise econômica internacional para justificar a política do governo de reajuste zero aos servidores públicos federais. Segundo ele, a orientação do Executivo é não aprovar qualquer projeto que gere novas despesas na área de pessoal. Na avaliação da Fenajufe, a melhor resposta da categoria a essa política é uma forte mobilização e a participação intensa no ato unificado do dia 24 de agosto. A expectativa das entidades sindicais é preparar uma greve unificada a partir do final do mês, caso o governo mantenha sua política de arrocho salarial. Os servidores da base da Fasubra [servidores das universidades] e do Sinasefe [docentes e técnicos administrativos das escolas técnicas federais] já estão em greve e outras entidades, como o Andes-SN [docentes das universidades], já aprovaram um calendário de paralisação, com a possibilidade de deflagrar uma greve por tempo indeterminado.

No caso específico do Judiciário Federal e do MPU, no ato do dia 24 a categoria vai cobrar do STF, da PGR e do Executivo a finalização das negociações e o fechamento do acordo orçamentário para votar os projetos, que se encontram na Comissão de Finanças e Tributação. Até o dia 31 de agosto, o governo deve enviar a proposta de Lei Orçamentária Anual de 2012 ao Congresso Nacional e antes disso todos os tribunais e o MPU já terão que ter enviado ao Ministério do Planejamento seus orçamentos com os recursos destinados aos PCSs. Por isso, a pressão em cima dos três poderes é mais do que necessária e precisa ser fortalecida.

A Fenajufe reforça a orientação para que todos os sindicatos garantam uma grande quantidade de servidores aqui em Brasília no dia 24 de agosto. “Precisamos mostrar ao STF e à PGR que continuamos mobilizados pelos nossos PCSs. E para o governo, temos também que deixar claro que não aceitaremos os argumentos utilizados por ele de que não concederá qualquer reajuste ao funcionalismo público. Mas para isso, precisamos ocupar a Esplanada dos Ministérios no próximo dia 24, ao lado das outras categorias que também lutam contra o congelamento salarial. Esperamos a presença de todos os nossos sindicatos filiados”, ressalta Jean Loiola, coordenador da Fenajufe.

A mesma orientação é dada pelo coordenador Cledo Vieira, que também reforça a importância de continuar as pressões com os parlamentares para que votem os projetos logo na Câmara e no Senado Federal. “Além da participação do ato aqui em Brasília, os sindicatos devem, nas próximas semanas, retomar as conversas com os deputados e senadores de seus estados, visando ampliar os apoios ao reajuste salarial”, orienta Cledo.