Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está passando inutilmente (Érico Veríssimo).
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
mpog X fasubra
Para quem está esperando os resultados da reunião, ela acaba de ser suspensa. Sérgio foi chamado às pressas na Casa Civil.... Mas deve continuar ainda hoje...
Comissão que afere o ensino superior tem novo presidente
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18030
Terça-feira, 21 de agosto de 2012 -
13:24
A Comissão Nacional de Avaliação da
Educação Superior (Conaes) elegeu nesta terça-feira, 21, o novo presidente,
Robert Evan Verhine, doutor em educação e professor da Universidade Federal da
Bahia. Ele foi empossado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em
Brasília.
Durante a solenidade de posse, o ministro ressaltou o importante papel da comissão ao coordenar e supervisionar o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) nos últimos anos. Mercadante pediu ao novo presidente, em razão dessa atuação fundamental da Conaes, uma ação mais integrada e articulada com a Secretaria de Regulação e Supervisão (Seres) do MEC e com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
O ministro sugeriu outros três pontos que devem integrar a pauta da comissão neste e no próximo ano: a definição de novas diretrizes para o ensino particular superior, o acompanhamento da qualidade da educação a distância nos cursos de graduação e o reconhecimento de diplomas internacionais. “A presidenta Dilma Rousseff foi eleita para presidir o Mercosul, de forma pro tempore; em outubro, os ministros da Educação terão reunião na Argentina, e há expectativa de construirmos instrumentos comuns de avaliação da qualidade do ensino”, disse Mercadante. “Também poderemos avançar na questão de bolsas de estudos e no reconhecimento mútuo de diplomas de instituições de excelência.”
Avanço — O novo presidente da Conaes, Robert Evan Verhine, integra a comissão há cinco anos e desempenhava a função de presidente pro tempore. Segundo ele, o trabalho do grupo tem avançado muito, em vários aspectos. “A comissão deve considerar e respeitar os princípios e fundamentos estabelecidos no Sinaes, mas também tem de considerar o que é viável, pois isso dará a consolidação que se deseja para o sistema de ensino superior”, disse.
A Conaes é composta por 13 integrantes. Seis deles foram nomeados nesta segunda-feira — Claudia Maffini Griboski, representante do Inep; Andréa de Faria Barros Andrade e Antonio Simões Silva, do MEC; João Carlos Pereira da Silva e Maria Clara Kaschny Schneider, por notório saber científico; Rolando Rubens Malvásio Júnior, do corpo técnico-administrativo federal.
Assessoria de Comunicação Social
Durante a solenidade de posse, o ministro ressaltou o importante papel da comissão ao coordenar e supervisionar o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) nos últimos anos. Mercadante pediu ao novo presidente, em razão dessa atuação fundamental da Conaes, uma ação mais integrada e articulada com a Secretaria de Regulação e Supervisão (Seres) do MEC e com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
O ministro sugeriu outros três pontos que devem integrar a pauta da comissão neste e no próximo ano: a definição de novas diretrizes para o ensino particular superior, o acompanhamento da qualidade da educação a distância nos cursos de graduação e o reconhecimento de diplomas internacionais. “A presidenta Dilma Rousseff foi eleita para presidir o Mercosul, de forma pro tempore; em outubro, os ministros da Educação terão reunião na Argentina, e há expectativa de construirmos instrumentos comuns de avaliação da qualidade do ensino”, disse Mercadante. “Também poderemos avançar na questão de bolsas de estudos e no reconhecimento mútuo de diplomas de instituições de excelência.”
Avanço — O novo presidente da Conaes, Robert Evan Verhine, integra a comissão há cinco anos e desempenhava a função de presidente pro tempore. Segundo ele, o trabalho do grupo tem avançado muito, em vários aspectos. “A comissão deve considerar e respeitar os princípios e fundamentos estabelecidos no Sinaes, mas também tem de considerar o que é viável, pois isso dará a consolidação que se deseja para o sistema de ensino superior”, disse.
A Conaes é composta por 13 integrantes. Seis deles foram nomeados nesta segunda-feira — Claudia Maffini Griboski, representante do Inep; Andréa de Faria Barros Andrade e Antonio Simões Silva, do MEC; João Carlos Pereira da Silva e Maria Clara Kaschny Schneider, por notório saber científico; Rolando Rubens Malvásio Júnior, do corpo técnico-administrativo federal.
Assessoria de Comunicação Social
Em assembleia, servidores da UFRGS decidem encerrar greve
Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) decidiram em assembleia na manhã desta quarta-feira (22) encerrar a greve que já dura mais de dois meses. Uma votação com aproximadamente 400 trabalhadores envolvidos foi realizada no Salão de Atos da UFRGS. Resta apenas a oficialização da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas (FASUBRA) para a volta ao trabalho a partir de segunda-feira (27).
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"A ampla maioria decidiu voltar ao trabalho. Pelo que decidimos, a greve termina na sexta e na segunda retomamos o trabalho. Tivemos apenas três abstenções e três votos contra", disse a coordenadora da Associação dos Servidores da UFRGS (ASSUFRGS), Bernadete Menezes, ao G1 logo após a assembleia.
Os servidores aceitaram a proposta de reajuste salarial do governo federal, de 15,8%, parcelado em três vezes até 2015. Cabe à federação fazer um levantamento de todas as assembleias realizadas no país e, se a maioria for a favor, uma reunião fecha o acordo para o fim da greve, conforme explicou Bernadete.
Movimento grevista vai terminar, avalia advogado-geral da União
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, acredita que o movimento grevista que atinge cerca de 30 categorias do serviço público federal vai terminar em breve. De acordo com ele, as decisões judiciais recentes contra exageros e a proposta razoável de reajuste apresentada pelo governo deverão colaborar para enfraquecer o movimento.
“O governo apresentou uma proposta muito boa, que mantém o poder aquisitivo nos próximos três anos. A Justiça tem sustentado vários mandados de segurança e várias tentativas de suspender cortes de ponto foram indeferidas”, avalia Adams.
O ministro diz que o governo tem instrumentos para garantir a aplicação da lei, mas nega que a presidenta Dilma Rousseff tenha optado por endurecer contra os grevistas. “O governo não é duro, ele só cumpre a lei – só se a lei é dura. O governo não pode ter prostração, ser obrigado a aceitar a demanda só porque ela foi feita”, argumenta Adams.
O advogado-geral também defende a aprovação urgente da lei de greve no serviço público para, segundo ele, “não termos situação de abandono”. O ministro acredita que a lei da iniciativa privada serve de base, mas não é ideal, pois o serviço público é focado no atendimento ao cidadão, enquanto o serviço privado visa ao lucro.
Adams defende, por exemplo, uma definição própria do percentual mínimo de servidores que devem trabalhar – entre 50% e 100%, dependendo do setor – e mais clareza sobre o tratamento às operações-padrão, assim como a regulamentação de paralisações em períodos-chave para o país. “É razoável greve no período eleitoral, impedindo o cidadão de exercer o seu direito mais democrático que é votar?”, indaga.
O ministro também acredita que a nova lei de greve do serviço público deve trazer punições mais severas a servidores que desrespeitarem a legislação em vigor ou decisões judiciais, ou ainda àqueles que fazem piquetes, colocam cadeados e agridem colegas para impedi-los de chegar ao local de trabalho.
Edição: Graça Adjuto-Fonte:Agência Brasil-22/08/12
SINTUFEJUF: Trabalhadores conquistam o fechamento da Plataforma Moodle
Notícia antiga mas interessante:
Após quase duas
horas de negociação, o Comando Local de Greve conquistou uma das duas
reivindicações relacionadas aos serviços do Centro de Gestão do Conhecimento
Organizacional (CGCO): o lacre do servidor operacional que monitora a
plataforma Moodle (de ensino a distância da UFJF). A decisão foi tomada em
reunião realizada na Reitoria nesta terça-feira (14) com o vice-reitor da UFJF,
atualmente em exercício, José Luiz Resende Pereira. Também participaram os
integrantes da comissão de interlocução da Reitoria, Paulo Soares, Maria
Elizabete de Oliveira e Sebastião Marsicano Júnior.
O Comando Local de
Greve propôs que, com a reativação dos serviços do CGCO, fossem desligados
apenas dois programas, o Siga Acadêmico e a plataforma Moodle de ensino a
distância, entendendo que estes não representam serviços de caráter essencial e
que sua manutenção é feita por servidores técnico-administrativos. A comissão
da reitoria explicou que, por razões legais, não poderia aprovar a reativação
parcial do sistema, mas respeitaria o lacre da greve.
Diante do embate
de manter o sistema de comunicação da UFJF todo desligado ou ligá-lo por
completo, os técnico-administrativos ali reunidos optaram por retirar o lacre
do CGCO a fim de não prejudicar, por exemplo, o pagamento dos bolsistas. Dentro
do CGCO os grevistas lacraram apenas a plataforma Moodle.
O ato de greve com
o lacre simbólico que fechou o CGCO foi realizado na sexta-feira (10) passada
para reivindicar desligamento do Siga Acadêmico e da plataforma Moodle,
conforme deliberação da assembleia. No entanto, o desligamento da energia
elétrica na UFJF pela Cemig coincidiu com o ato.
Naquele momento, o Comando Local de Greve
tentou negociar com a comissão da reitoria o atendimento das reivindicações. Os
trabalhadores solicitaram que, assim que a energia voltasse, os servidores do
sistema operacional ficassem ligados exceto o Siga Acadêmico e da plataforma
Moodle. Mas a comissão não quis negociar com o Comando Local sobre o assunto.
Dessa maneira, a universidade ficou incomunicável por quatro dias. O objetivo
dos trabalhadores era inviabilizar os serviços do Siga Acadêmico e da
plataforma Moodle. Quanto aos outros serviços, não era intenção do Comando
Local de Greve desativá-los.
UTFPR-TD - 20/08
Ata do dia 20/08/2012
Aos vinte dias do mês de agosto de dois mil e doze os técnicos administrativos em educação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Toledo, reuniram-se na sala A215 para discutir o aceite ou não da proposta do governo. A proposta consiste em 15,8% em três parcelas até 2015, aumento dos incentivos qualificação de graduação para 25% e de especialização para 30%, além do aumento de 0,2% nos steps. Vitor, o representante do sindicato deu inicio à reunião, informando que possuímos 4 votos dentro da FASUBRA, sendo apenas um delegado da UTFPR. Portanto, é necessário realizar votação para aprovar ou não a proposta. Informou-se também que a UTFPR Campus Curitiba sinalizou não sair da greve até a pauta local ser atendida. Discutiu-se o posicionamento do governo durante a negociação, onde não houve muita flexibilidade nas propostas. Também não agradou o fato de engessarmos as remunerações por três anos. A TAE Leoni Wammes questionou o não estabelecimento de data base e auxílio alimentação nas negociações, sendo que o movimento de quase 3 meses serviu apenas para reivindicar o que é de direito por lei, ou seja, não houve uma valorização real, e sim, uma reposição. Em relação às 30 horas, existe muita divergência entre o sindicato e a sessão sindical, quanto à forma de viabilizar a redução da jornada. Depois das discussões, realizamos a votação, obtendo o seguinte resultado: 12 (doze) foram faráveis à proposta, e 8 (oito) foram contra. Ficou combinado que, quando do retorno às atividades, realizaremos nova assembleia para oficializar o fim do movimento. Sendo a expressão da verdade, eu, Dalila Giovana Pagnoncelli Laperuta, firmo a presente.
Lavras : Informe de Base referente à 18ª Assembléia de Greve da Universidade Federal de Lavras:
Em assembleia realizada hoje, dia 21/08/12, na
Nave 1 sala 4 da Universidade Federal de Lavras, com a presença de 131
servidores técnicos administrativos, foi votada a proposta do Governo. O
resultado da votação foi: 113 votos contra, 8 votos a favor e 10 abstenções. A
proposta, então, foi rejeitada e a greve continua na UFLA.
Encaminhamos a reapresentação da proposta
aprovada na última assembleia que, após revisão, consta de:
- 15% de aumento em 3 parcelas nos anos respectivos de 2013, 2014, 2015.
No pagamento da 1º parcela em 2013 acrescentar a inflação de 2010. No pagamento
da 2º parcela em 2014 acrescentar a inflação de 2011 e no pagamento da terceira
parcela em 2015 acrescentar a inflação de 2012. Com os pagamentos sendo
realizados até março de cada ano;
- Manutenção do step de 4% e isonomia do vale alimentação.
- Revisão dos valores dos auxílios;
- Implementação de data-base indexada;
Ainda
em assembleia ficou decidido o encaminhamento do documento abaixo, em relação à
posição do CNG relacionada no IG2012 AGO-11:
“Analisando o documento que
o CNG encaminhou às bases acordamos que:
- o governo, ou seja, as
pessoas e os partidos que apoiam esse governo fizeram uma opção pela política
neoliberal do Estado mínimo e estão gastando o dinheiro dos impostos para pagar
dívidas internacionais feitas pelos grandes empresários e banqueiros em
detrimento dos investimentos sociais e da melhoria das condições de vida dos
trabalhadores.
- compreendemos que os
reitores e o CNG estão sofrendo pressões do governo para acabar com a
mobilização da base, mais não estão cedendo; que essa greve é a mais forte da
história do serviço público, e por isso temos que aproveitá-la ao máximo, e que
o governo já recuou várias vezes nesse período retirando a MP 568 não reduzindo
o salário dos médicos e iniciou uma negociação com a categoria depois de dizer
que não negociava com grevista; que o movimento furou o bloqueio da grande mídia
e que a decisão da base deve ser acatada pelo CNG que diante das pressões
inerentes a posição que ocupam tem todo o direito de ficar temerosos sobre o
futuro do movimento.
Discordamos do CNG quando:
- no título do documento
indicado às bases já aconselha a desistir do movimento, pois, sabemos que a
força de negociação que o CNG terá ou não terá depende de nós, a base, e dos
prejuízos que nosso movimento causar à sociedade o que refletirá em pressão
sobre o governo; diz que estamos na iminência do corte de ponto sem explicar
para as bases os tramites legais para a criminalização da greve e possível
corte de ponto; diz que recusar a proposta do governo é entrar num caminho de
dúvidas e inseguranças, sendo que a base está cansada de saber que qualquer greve
seja no começo, no meio ou no fim é sempre um caminho de insegurança.
- quando levanta como
possibilidade para a categoria fazer outra greve o ano que vem o que só
empurraria o problema ao invés de enfrentarmos o governo com a radicalização do
movimento; diz que futuramente o cenário estará mais favorável, sendo que as
crises nesse modelo econômico capitalista se repetem praticamente de dois em
dois anos, e a crise, continuará em 2015, sendo uma desculpa para o governo.
- não informou as bases
sobre o andamento das negociações sobre o vale alimentação, que está em outra
mesa de negociação, antes de aconselhar a base a sair do movimento.
Considerando que:
- Aceitar essa proposta é
chegar em 2015 com um déficit salarial em torno de 25%, maior do que o déficit
atual, e que nem a reposição inflacionária o governo nos atendeu muito menos a
isonomia salarial tão justa e que não podemos perder de vista; que a expansão
do anexo IV não atende a maioria dos técnicos administrativos por questões de
escolha profissional ou falta de condições para estudar, e muito menos aos que
estão para se aposentar ou atualmente aposentados,
- o orçamento pode ser
emendado a qualquer momento pelos parlamentares, que a agência Capes,
fundamental para o funcionamento das universidades está, sinalizando entrar em
greve, o que será mais um golpe para o governo.
- os professores, categoria
que fortalece muito o movimento, continuam na luta mesmo diante do “braço forte
do governo”, que a CUT está aprofundado a proposta de entrar com um processo
contra o governo na OIT, o que já fez com que a presidenta Dilma pedisse ajuda
ao Lula para “amansar” a CUT; em solidariedade aos aposentados que sempre são
chamados por nós para a luta, mas muitas vezes esquecidos nas exigências das
negociações.
- gostaríamos de lembrar aos
companheiros(as), aqui presentes, que a dinâmica de qualquer greve é impor ao
adversário prejuízos cada vez maiores
até que ele desista e aceite a proposta do adversário, convido a todos a
intensificar o movimento com toda criatividade e rejeitar a proposta do governo
mostrando ao CNG que a força de negociação vem das bases e que eles devem ficar
firmes na luta.”
Lavras,
21/08/2012
CLG/UFLA
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